sábado, 25 de junho de 2011
Adeus e obrigada!

Diante de mim, meu futuro. Não sei o que me espera.
Mas quem sabe? Isso não me aflige além do que deveria, sei que sou mais uma entre todos...
Olho pra trás. Vejo portas fechadas.
Portas que estavam a muito entreabertas dentro de mim e que estão tranquilamente se fechando. Suavidade que não reflete perspectiva e muito menos vontade de abrí-las novamente. Somente o respeito necessário.
São casos resolvidos. Não precisam mais de frestas de ar ou claridade. São peças de museu. Bem como meus aqui escritos e inscritos. Partes do acervo da minha vida. Que estão por detrás de portas, que estão agora sendo suavemente fechadas...
Foi muito bom ter passado por aqui. Está sendo melhor poder sair.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Ânsia
Meu Deus, vomitei palavras!
E agora como devo limpar?
Vou passar um mata borrão de idéias,
jogá-las no cesto do pensamento,
e chacoalhar, chacoalhar!
do que não formar poesia,
monto um dicionário...
E agora como devo limpar?
Vou passar um mata borrão de idéias,
jogá-las no cesto do pensamento,
e chacoalhar, chacoalhar!
do que não formar poesia,
monto um dicionário...
Novidade
O ponto final me invadiu a alma.
Cravou no meio da minha estória
uma lista de haikais.
Vejo a vida com brevidade,
mas sem profundidade, jamais.
Cravou no meio da minha estória
uma lista de haikais.
Vejo a vida com brevidade,
mas sem profundidade, jamais.
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